“Ladrões de livros”

A trama aborda como o Reich roubou e analisou bibliotecas inteiras

“Milhões de livros esquecidos de milhões de vidas perdidas” Quando decidiu seguir o rastro dos saqueadores de livros do período nazista, o jornalista sueco Anders Rydell lançou- -se numa jornada de milhares de quilômetros pela Europa.

Seu intuito era compreender os fatos que levaram a essa ação tão cruel e descobrir o que ainda existe de tudo o que se perdeu durante a Segunda Guerra. “Milhões de livros esquecidos de milhões de vidas perdidas”, foi o que constatou o autor após percorrer as mais remotas bibliotecas do continente. Mas o que de fato desejavam os soldados de Hitler com a pilhagem de livros pertencentes a judeus, comunistas, políticos liberais, maçons, católicos e tantos outros grupos de oposição?

Como esse crime literário sem precedentes na história contribuiu para o aniquilamento cultural dos povos perseguidos pelo nazismo?

O livro “Ladrões de livros” é uma história real de como os nazistas roubaram milhões de livros durante a Segunda Guerra e relata em detalhes os saques efetuados em bibliotecas, livrarias e acervos pessoais no período nazista e mostra, ainda, como um pequeno time de bibliotecários trabalha heroicamente para tentar devolver esses exemplares às vítimas do Holocausto e suas famílias.

Uma narrativa que revela o que um único livro pode representar para quem perdeu tudo no conflito mais sangrento da história.

Obras de Arte

Estima-se que Adolf Hitler e seus homens tenham se apossado de mais de U$ 5 milhões de objetos culturais.

Na caça ao tesouro feita pelos aliados, havia Madonna, de Michelangelo, pinturas de Rembrant, Leonardo da Vinci e Vermeer e tantas outras obras levadas de igrejas e museus.

Em Caçadores de Obras-Primas – Salvando a Arte Ocidental da Pilhagem Nazista, de Robert M. Desse com Bret Witter, estrelado no cinema por George Clooney, Matt Damon, Bill Murrey e Cate Blanchett, vemos o lado bandido de Hitler e de sua turma nazista.

Em uma pesquisa incrível, Edsel percorre, por meio da atuação dos soldados, territórios na França, Bélgica e Alemanha, entre outros países, por onde deixaram um rastro de destruição, mas também de furtos.

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