Claudia Rosental – uma revelação na poesia

Claudia Rosental, carioca de Copacabana, filha do engenheiro-químico e professor da Escola Superior de Guerra (ESG), Simon Rosental, e da farmacêutica e bioquímica, Belita Rosental, estudou gestão de recursos humanos na Universidade Estácio de Sá e está se especializando em administração estratégica (MBA) pela mesma faculdade. É analista de perfil comportamental pela Solides e trabalha na Transpetro, área administrativa da Segurança Patrimonial. Descobriu-se poeta e lança seu primeiro livro, “Falando de Amor(es)”, pela Editora Lograr.

“…Uma querência previsível
Às vezes pouco audível
Tão suave como o doce da tua boca
Que buscava numa época
Inequívoca como agora
Mesmo que não seja a hora
Sinto a dor que ficou no passado
Quando você estava ao meu lado.”

Claudia Rosental é uma pessoa sensível, bonita e talentosa.

. Como e quando surgiu o seu interesse pala literatura?

-Minha família sempre apreciou a leitura, a literatura, tanto a estrangeira, como neta de imigrantes, passando por diversas culturas. Meus pais sempre me desenvolveram para o gosto pela leitura, me presenteando livros e, quando tinha por volta de dez anos, me levando às livrarias para escolher meus próprios livros. Uma vez cheguei ao meu pai e mostrei uma poesia que tinha escrito no colégio, na aula de Português, e ele me perguntou se eu gostaria de conhecer escritores, os quais poderia me identificar com poemas e poesias. A partir daquele dia fomos numa livraria perto de casa e escolhi a Cecília Meireles como minha primeira fonte de pesquisas e leituras de poesias e poemas.

. Qual seu estilo preferido de leitura e quais são seus autores prediletos?

-Além de poemas e poesias, sempre gostei de romances. É um tipo de leitura que me pega de uma tal maneira que mergulho na história e me se sinto uma das personagens do livro. Os meus autores prediletos são Cecilia Meireles, Noah Gordon, John Grisham, Dan Brown, Jane Austen, Marta Medeiros, Caio Fernando Abreu, Cecília Meireles, Olavo Bilac, Nicholas Sparks, Jojo Moyes, John Green, Ken Follet, Danielle Steel.

.Quem a incentivou na publicação de seu livro?

-Quando mostrei algumas das minhas poesias aos meus amigos, todos ficaram encantados e me falavam que eu deveria de alguma forma publicá-las. Fiquei com isso na minha cabeça por quase um ano. Sondei amigos escritores até que tive a certeza que não poderia deixá-las apenas nos meus rascunhos, que deveria falar de amor(es), realizar um desejo, um sonho, algo que ficasse eternizado em meu nome.

. O que é para você esse tal de “amor”?

-Ah…, esse tal de amor… uma palavra tão pequena que emana um sentimento tão grande e diversificado. O amor para mim está em todas as coisas, todos os movimentos e pessoas. O amor faz sorrir, chorar, faltar o ar. Dá um frio na barriga, te faz ficar noites a fio sonhando acordada. Do amor mais simples e puro como um amor de pais e filhos a um amor devastador, aquele que arrasa corações, que te tira do sério, a ponto de mostrar que, mesmo quem nunca imaginava, te transformaria um dia em poeta.

 

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